Como tratar depressão com hipnose? Entenda

Atualizado: 27 de Ago de 2019

Como tratar a depressão? Essa é uma pergunta cada vez mais pertinente em uma realidade que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão será a doença mais incapacitante do planeta até 2020. Mais de 300 milhões de pessoas convivem diariamente com os problemas causados por esse transtorno silencioso.


Felizmente, existem meios de tratamento capazes de amenizar os sintomas e garantir ao paciente uma vida normal, como a hipnose clínica, por exemplo. Por isso, neste artigo mostraremos como a hipnose pode ajudar na depressão. Continue a leitura para saber mais!

Há diferença entre estar deprimido e estar triste?


Ficar triste e sentir-se melancólico é algo comum. Todos nos sentimos assim em algum momento. No entanto, o normal é que o estado emocional negativo passe rápido, não durando mais do que alguns dias, em geral.


Porém, a depressão é um grave transtorno e se caracteriza como uma doença que altera o estado de ânimo da pessoa, tirando a sua capacidade de sentir prazer em atividades — que antes eram motivadoras e prazerosas para ela — e modificando o seu humor.


Para entender como a hipnose pode tratar a depressão, primeiramente é muito importante entender essa diferença e conhecer os sintomas da doença.

O que é depressão?


A depressão é caracterizada como um doença na qual o indivíduo sofre desequilíbrios químicos dos seus neurotransmissores. Ou seja, nas substâncias responsáveis pelo transporte de determinadas informações pela rede neural do cérebro, incluindo as sensações de disposição, bem-estar e prazer.



Uma pessoa com depressão acaba cultivando pensamentos negativos e de falta de esperança sobre o mundo ao seu redor e, principalmente, sobre si mesma, refletindo na forma como ela se relaciona com outras pessoas e com a vida em geral. Portanto, a doença reflete tanto na parte psicológica quanto física do indivíduo.

Quais são os sintomas físicos da depressão?


Uma pessoa deprimida pode apresentar diversos sintomas físicos. Entre eles:

alterações no apetite e no peso;

fortes dores de cabeça, em especial no começo do dia;

  • perturbação no sono — o indivíduo tem dificuldades para dormir ou dorme demais;

  • tensão nos ombros e na nuca;

  • baixa imunidade;